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Dependência emocional nem sempre parece dependência

  • Foto do escritor: Gabriel Duarte Pereira
    Gabriel Duarte Pereira
  • há 5 dias
  • 1 min de leitura

A dependência emocional nem sempre se manifesta como controle excessivo ou medo evidente de abandono. Em muitos casos, ela aparece de forma sutil: dificuldade de ficar só, necessidade constante de validação, receio de desagradar ou sensação de vazio quando o outro se afasta, mesmo que temporariamente.

Homem pensativo
Homem pensativo

Com o tempo, essas dinâmicas podem levar a relações desequilibradas, onde o próprio bem-estar fica condicionado à presença, ao humor ou às escolhas do outro. A pessoa passa a se moldar para manter o vínculo, mesmo quando isso implica abrir mão de si.


Na terapia, é possível compreender como essa forma de se relacionar foi construída e quais experiências contribuíram para esse padrão. O processo não busca culpabilizar, mas ampliar a consciência sobre os próprios movimentos afetivos, favorecendo relações mais autônomas e sustentáveis.


Trabalhar a dependência emocional envolve aprender a se relacionar sem se perder, reconhecendo limites, necessidades e possibilidades reais de troca.



 
 
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