
Há relações que machucam sem gritar.
Não são marcadas por grandes conflitos, mas por um cansaço constante e pela sensação de estar sempre tentando manter tudo em equilíbrio, enquanto algo dentro de você vai ficando de lado.
Aos poucos, surgem a insegurança, a culpa e o medo de estar exagerando ou sendo sensível demais. Mesmo cercada de pessoas, é comum sentir solidão emocional e dificuldade de entender o que, de fato, está acontecendo.
A terapia é um espaço para olhar com mais cuidado para essas vivências, compreender o que você sente e resgatar uma relação mais honesta consigo mesmo(a), no seu tempo, com acolhimento e responsabilidade emocional.
Nem sempre é o fim que dói. Às vezes é continuar do mesmo jeito.
Algo mudou, mas você não sabe exatamente quando.
A relação pode ter acabado, estar por um fio ou ainda existir, e mesmo assim doer.
Você pensa demais, revisita conversas e se pergunta se está exagerando ou aguentando além do limite.
Entre ir embora e ficar, a angústia cresce.
E, aos poucos, você percebe que está se afastando de si para sustentar algo que machuca.
Existe um espaço onde esse conflito pode ser olhado com cuidado, profundidade e responsabilidade emocional.

COMO CONDUZO MEU TRABALHO
Relacionamentos podem sustentar, mas também confundir, ferir e esgotar emocionalmente. Muitas pessoas chegam à terapia sentindo que algo não está bem, mesmo tentando insistir, compreender ou se adaptar.
Acompanho pessoas que vivem conflitos nos relacionamentos: dependência emocional, términos difíceis, dúvidas constantes ou a sensação de estar preso a vínculos que machucam.
Na terapia, não busco respostas prontas nem julgamentos. O processo é um espaço de escuta e responsabilidade emocional, onde o sofrimento é levado a sério e cada história é olhada no tempo de quem chega.


CONHEÇA A TERAPIA
A terapia é um espaço contínuo de conversa e reflexão, construído ao longo do tempo. Não se trata de conselhos prontos, diagnósticos apressados ou soluções imediatas.
As sessões acontecem de forma online, com regularidade, respeitando o ritmo e o momento de cada pessoa. O processo exige envolvimento, presença e disposição para olhar com honestidade para os próprios vínculos e escolhas.
Ao longo do acompanhamento, o objetivo não é consertar alguém, mas ampliar a consciência, fortalecer a autonomia emocional e construir formas mais responsáveis de se relacionar consigo e com o outro.





